Como conseguir produtividade na pecuária com cada vez menos mão de obra disponível?

13/02/2019


Um novo ano começou e todos nós pensamos: Ufa! Conseguimos passar pelo difícil ano de 2018. Como será este ano? Está cada vez mais claro que não existirão anos fáceis na pecuária daqui para frente. Cada ano que virá será mais desafiador, com margens mais apertadas, menos área produtiva disponível e menos mão de obra no campo.

Nesse cenário que pode parecer tão assustador a palavra de ordem é produtividade! Só consegue permanecer na atividade quem é eficiente, produzindo mais @/ha gastando pouco.

Entretanto, como aumentar o ganho de peso dos animais se alguns dizem que na propriedade proteinados e proteicos energéticos não funcionam?

Apesar de não ser verdade, essa frase acaba sendo ouvida com certa frequência quando se conversa com pecuaristas pelo Brasil. Existem várias fazendas que realmente estão nessa ‘sinuca de bico’. Precisam produzir mais para se manter na atividade, mas não contam com estrutura e mão de obra o suficiente para que isso aconteça. A falta desses dois recursos acaba gerando frustação e desperdício, uma vez que suplementos proteicos e proteicos energéticos, se não tiverem a frequência de fornecimento correta, que nesses casos é alta, acabam não sendo consumidos na quantidade e maneira ideias para que os animais expressem seu potencial produtivo. Ou seja, com a falta de funcionários os cochos passam mais tempos vazios do que cheios, deixando os animais com falta de suplemento, comprometendo sua eficiência.

O fato é que a mão de obra está cada dia indo mais em direção às cidades. As estatísticas da FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura) mostram que, desde 2010, há mais pessoas nas cidades do que nos campos, revertendo uma condição milenar da humanidade. A tendência é inevitável, pois as projeções do Banco Mundial indicam que haverá 3,4 bilhões de habitantes na área rural do mundo em 2020, contra estimados 3,1 bilhões para 2050. Ou seja, 40% das pessoas viverão no campo em 2020 e apenas 32% em 2050. Juntando essas informações com o observado no campo vemos que aprender a produzir com menos é importante e fundamental passo para que a agropecuária se mantenha competitiva e eficiente, mesmo com uma menor oferta de mão de obra.

Pensando em ajudar o produtor a superar esse obstáculo, a Minerthal desenvolveu a linha MinerBlock, composta por minerais aditivados, proteinados e proteicos energéticos em formato de blocos retangulares, resistente a chuvas e ventos. Com os produtos da linha MinerBlock, a fazenda potencializa o ganho de peso dos animais e melhora o acabamento dos bois, mesmo com frequência de reposição de até 15 dias de intervalo, sem perder eficiência e totalmente seguro contra intoxicações.

Especialmente para fazendas com grandes extensões ou com rebanhos em locais de difícil acesso, o MinerBlock é um grande aliado do produtor, pois os animais não deixam de ser suplementados. É o fim da síndrome do cocho vazio, que tanto compromete a produtividade da pecuária brasileira.


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